domingo, 14 de março de 2010
carta a Frederic Arpad - A nevoa de Viena
domingo, 7 de março de 2010
carta pessoal a Lucius Aurelius - 06-03-1202
A Lucius Aurélius.
Me foi cobrado informar do paradeiro de sua cria, quando meu Suserano não é você meu Senhor.
Foi falado para tomar as rédeas da Familia, quando tal função não é minha.
Me foi divido a Historia de um Orfão que virou Principe. Em metáfora para seguir o mesmo caminho.
Como se precisasse seguir passos. E não trilhar o meu caminho.
Você me preocupa Lucius Aurélius.
A sua Moral está abalada.
Um homem que se sacrificava pelo seu povo, como no confronto a Arnulf.
Hoje sacrificou o seu Povo.
Uma terra que me trazia orgulho, hoje verte desgosto.
Seu povo sacrificado. Seus vassalos fadados.
Me surpreende a atitude de um homem que reconheci como Líder.
Hoje poe mulheres no poder.
Cidadãs de segunda classe.
Clãs Baixos.
Incompetentes.
Uma replica de Varsovia.
Um dia me pede por mediocridade.
Hoje faz o reino medíocre.
Me ordena silencio, quando a única arma que o liberta é a verdade.
Mata uma lenda, um servo difícil. Mas ainda sim, um servo leal.
Um desafio pequeno para Vossa Senhoria.
Um desperdício.
Um homem que lutou pelo próprio povo.
Um irmão de guerra. Por mais selvagem que fosse.
Hoje fere seu filho.
Hoje fere seu aliado.
Hoje fere a Baviera.
Me angustia notar que seu laço de sangue com Izidor Ducheski o faz sacrificar algo que alimenta sua alma.
Seu Povo. Suas Terras. Seus Aliados.
Seu Sustento.
A si mesmo.
Temo pelo próximo passo meu Senhor.
Temo que se intitule Afrodite.
Se ela cai, não vejo Ascensão a ti.
E este reino estará fadado a escudos quebrados.
...
Com desgosto escrevo os tomos dessa historia.
Com desgosto vejo que o laço mata a alma.
Com desgosto quase opto por querer dormir e não acordar mais.
Meu Senhor.
Com pesar digo: Tu não és mais meu Senhor.
Não seguirei tolos.
Eu sigo Líderes.
Sinceramente,
Abade Oberon Vykos
Guardião da Historia da Baviera
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Terceira tradição
terça-feira, 19 de maio de 2009
Escudos Feridos
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Oferenda
Que máximo! eu tenho asas!
eu não sei usa-las. Mestre Oberon disse que preciso me acostumar com elas. Mas eu já voei por cinco segundos! ... bem, doeu ao chegar ao chão, mas eu voei! O Gerrard tava comigo, se ele falasse ao inves de grunir, ele poderia confirmar!
E estranho a principio, mas é bom. Eu ganhei velocidade. Um dia vou poder voar pelos ares como Mestre Oberon deseja.
Eu ainda nao achei meu nome, mas acho que posso deixar isso de lado enquanto tento aprender a usar as asas.
Eu posso voar.
Um dia voarei como os espiritos!
Zenon diz que eu to estranho, mas ele nao fala isso do Mestre Oberon mesmo ele aparecendo a cada semana com um rosto diferente.
Eu vou voar.
Eu posso voar.
Eu tenho asas!
As ruas de Buda e Peste
Baviera
Baviera sangra. Baviera é uma terra regada por incontaveis batalhas.
Baviera é meu lar.
Eu pude ter a honra de vir junto a Montezi Kupesku a essa bela terra.
Meu sangue ja alimentou essa terra, assim como de meus parentes.
Eu vi a Baviera nascer.
Eu conheci Bohemia, eu conheci Bavaria.
Essa é minha terra desde 713 d.c. Ainda sendo Bohemia.
Em 838 d.c., quando Gregory Premysl uniu a terra com sua vida. Eu estava lá.
Eu testemunhei a união dos escudos.
Eu consagrei essa terra.
Eu testemunhei o casamanto de Otakar Premysl e Katrina Arpad.
Eu sou a Baviera, assim como todos aqueles que sangram por ela.
Eu sou quem lembrará a historia.
